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Escola de História da Igreja

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Matricule-se até 18/09 e ganhe um livro físico e 5 cursos bônus.

Sua matrícula dá 1 ano de acesso à Escola de História da Igreja e garante:

👉 curso de História da Igreja no Brasil com o professor Felipe Matheus (120 aulas previstas, 1 por semana);

👉 curso principal de História Universal da Igreja com o professor Lucas Lancaster (220+ aulas);

👉 curso de História Monástica com Dom Justino OSB (32+ aulas);

👉 bônus até 18/09: o livro O Clero e a Independência do Brasil, de Dom Duarte Leopoldo e Silva, enviado à sua casa com frete grátis;

👉 bônus até 18/09: 5 cursos complementares — A História de Roma, O Sentido Católico da História, Geografia Histórica, Muralhas da Igreja e Patrística;

👉 material de apoio escrito;

👉 planos de estudo de acordo com sua disponibilidade (a partir de 1h30 por semana);

👉 acompanhamento pedagógico;

👉 monitorias mensais com os professores.

Garantia incondicional de 7 dias. A matrícula é anual: R$ 599 à vista ou 12x de R$ 59,90.

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Já existiu um Brasil Católico.

Esta herança te foi ocultada, mas ela te pertence.

É possível reaver este tesouro estudando a História da Igreja no Brasil. É o que você terá ao estudar conosco, em 120 aulas sobre o tema. Matricule-se até 18/09 para ganhar um livro físico e 5 cursos bônus:

Cartão, boleto, Pix e compra segura R$ 599,90 /ano
A sua matrícula dá 1 ano de acesso à Escola de História da Igreja.
A primeira missa no Brasil

O Brasil que a Igreja construiu tem nomes.

Eles viveram, escreveram e lutaram por esta terra. A maior parte dos católicos brasileiros nunca ouviu falar deles.

Veja alguns dos nomes que conheceremos no curso:

Frei Henrique de CoimbraFrei Henrique de Coimbra
Frei PaláciosFrei Palácios
Padre NóbregaPadre Nóbrega
São José de AnchietaSão José de Anchieta
Dom VitalDom Vital
Dom SardinhaDom Sardinha
Dom Macedo CostaDom Macedo Costa
Dom AdautoDom Adauto
Jackson de FigueiredoJackson de Figueiredo
André Vidal de NegreirosAndré Vidal de Negreiros
Dom Marcos TeixeiraDom Marcos Teixeira
Filipe CamarãoFilipe Camarão
João Fernandes VieiraJoão Fernandes Vieira
Henrique DiasHenrique Dias
Padre Antônio VieiraPadre Antônio Vieira
Dom Sebastião Monteiro da VideDom Sebastião Monteiro da Vide
Dom Romualdo Antônio de SeixasDom Romualdo Antônio de Seixas
Dom ViçosoDom Viçoso
Frei GalvãoFrei Galvão
Cardeal ArcoverdeCardeal Arcoverde
Carlos de LaetCarlos de Laet
Dom Silvério Gomes PimentaDom Silvério Gomes Pimenta
Dom Joaquim Antônio de AlmeidaDom Joaquim Antônio de Almeida
Padre Leonel FrancaPadre Leonel Franca
Dom João BeckerDom João Becker
Dom Duarte LeopoldoDom Duarte Leopoldo
Dom Francisco de Aquino CorreiaDom Francisco de Aquino Correia
Dom LustosaDom Lustosa
Gustavo CorçãoGustavo Corção

“O homem que despreza o passado, a tradição, e os grandes compromissos históricos, se rebaixa tanto ou mais do que o homem que se esquece da dignidade espiritual de seu ser.”

– Gustavo Corção

120 aulas.
Cinco séculos de história católica no Brasil.

Uma aula publicada por semana: do desembarque dos primeiros franciscanos e jesuítas até meados do século XX, em cinco módulos cronológicos.

Primeira missa no Brasil
Módulo IDe 17/04/26 a 10/10/26

Século XVI

25 aulas

Do desembarque das primeiras ordens religiosas à ereção das primeiras dioceses, a Igreja chega antes do Estado, funda colégios e aldeamentos, e planta na Terra de Santa Cruz os fundamentos de uma civilização.

Século XVII
Módulo IIDe 11/10/26 a 03/04/27

Século XVII

25 aulas

Entre a invasão holandesa e a desordem interna da colônia, a Igreja defende a fé contra a heresia, dá ao Brasil os seus primeiros mártires e encerra o século com novas dioceses, ordens fortalecidas e uma civilização que sobreviveu.

Nossa Senhora Aparecida, século XVIII
Módulo IIIDe 04/04/27 a 21/08/27

Século XVIII

20 aulas

Entre a expansão das dioceses pelo sertão e o esplendor do Barroco, a Igreja alcança o auge da sua obra colonial, até que Pombal expulsa os jesuítas, substitui a formação do clero e planta a semente da crise que o século seguinte herdaria.

Dom Macedo Costa e Dom Vital
Módulo IVDe 22/08/27 a 12/02/28

Século XIX

25 aulas

Entre a Independência feita por padres e o padroado que os submeteu, a Igreja enfrenta a maçonaria na Questão Religiosa, vê bispos presos pelo próprio Império e responde à República laicista recém-instalada.

Dom Leme
Módulo VDe 13/02/28 a 05/08/28

Século XX

25 aulas

Sob o Estado laico da República, a Igreja reorganiza a hierarquia, funda centros de formação e uma imprensa própria, e ergue o Cristo Redentor sobre a capital: a última grande tentativa de reconquistar o Brasil que havia perdido.

Atenção: O curso faz parte da assinatura da Escola de História da Igreja, que funciona no formato de anuidade. Ao assinar, você terá 1 ano de acesso à Escola, incluindo todas as aulas do curso História da Igreja no Brasil que forem publicadas no período da sua assinatura. A previsão para este curso é de 1 aula por semana.

Prof. Felipe Matheus

Quem será seu professor?

Felipe Matheus estudou História na UFPB e é fundador e editor-chefe da Gazeta Parahyba, portal dedicado à história eclesiástica brasileira. Empenha-se na pesquisa deste campo há anos e é presidente da Associação de Historiadores Católicos do Brasil.

Livro físico – Receba de graça em sua casa

O Clero e a Independência do Brasil

De Dom Duarte Leopoldo e Silva, arcebispo de São Paulo

Matricule-se até sexta-feira, 18 de setembro, e receba um exemplar em casa, por nossa conta. Frete grátis para todo o Brasil.

De R$120por R$0
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Plataforma da Escola de História da Igreja no celular e materiais de apoio

Este curso é oferecido pela Escola de História da Igreja

Conheça os outros conteúdos da Escola aos quais você terá acesso, além do curso de História da Igreja no Brasil:  ↓

Curso principal (200+ aulas disponíveis)

História Universal da Igreja

Professor: Lucas Lancaster
Igreja Antiga

Módulo I

Igreja Antiga

42 aulas

Da era apostólica à conquista do Império: a Igreja nascente atravessa perseguições e martírios, consolida a doutrina com os Padres e vê a Cruz triunfar na história.

Detalhes

Este primeiro módulo acompanha os começos da Igreja, de Pentecostes até a paz constantiniana. O anúncio dos Apóstolos é situado concretamente no mundo romano: cidades, estradas, instituições. Vê-se a surpreendente rapidez com que a fé católica se difunde por todo o Império, em meio às provações, ao sangue derramado e aos frutos de santidade.

Em seguida, o curso entra no drama das perseguições — de Nero a Diocleciano — e no testemunho dos mártires. Ao mesmo tempo, abre-se a vida das primeiras comunidades católicas: o catecumenato rigoroso, a disciplina eclesiástica, a caridade organizada, a vida sacramental muitas vezes escondida, a liturgia que começa a ganhar forma visível, mas já guardando o mesmo conteúdo de fé que a Igreja conserva até hoje.

São apresentados os Padres da Igreja e os grandes mestres dos primeiros séculos; estudam-se as heresias que exigiram maior precisão doutrinária, bem como os primeiros concílios, nos quais o Credo e o cânon da Sagrada Escritura recebem contornos definidos. Ao final, o aluno é conduzido a enxergar os alicerces da civilização cristã: personagens, textos e acontecimentos essenciais da Igreja Antiga, sempre lidos nas fontes, dentro do contexto histórico e sob um olhar integralmente católico.

Bibliografia do módulo

A Igreja Antiga (33-381)

OBS: as obras assinaladas com * encontram-se em português.

Dentre as obras de caráter geral, ou seja, aquelas cujo escopo abrange toda a história da Igreja, nenhuma em língua vernácula parece superar, ao menos em termo de multiplicidade dos assuntos abordados, a “Histoire Ecclesiastique”, do padre Fleury, e a “Histoire Universelle de l’Église Catholique”, do padre Rohrbacher. A primeira estende-se até o século XVI, a segunda, até o XIX. Ambas, seguindo o método historiográfico tradicional, abordam os temas em estrita ordem cronológica, não distribuindo os acontecimentos por assunto. Na obra de Fleury, a história da Igreja Antiga é examinada entre os tomos 1 e 4: o tomo 1 estende-se de Cristo ao ano 200; o tomo 2, do ano 200 ao 313; o 3º tomo, de 313 a 361; o 4º tomo, de 361 a 395. Na obra de Rohrbacher, a história da Igreja Antiga é narrada entre os tomos 4 a 7: o tomo 4, dedica-se ao período que vai desde o nascimento de Cristo ao ano 100; o tomo 5, de 100 a 283; o tomo 6, de 283 a 363; e o tomo 7, do ano 363 ao 430.

Recomendamos, igualmente a “Histoire generale de l’Église”, de Bérault-Bercastel, que estuda a história da Igreja Antiga no seus tomos I e II.

Também de caráter geral, a obra de Auguste Boulenger, “Histoire generale de l’Église”, volumes I (do ano 30 ao ano 100, sobre os tempos apostólicos), II (de 100 a 313, o tempo das perseguições), e III (de 313 a 476, a Igreja e o Estado Cristão). Também referencial é a obra do cardeal Hergenröther, “Histoire de L’Église”, redigida em alemão, mas disponível em francês e em italiano, tomos I (do ano 1 ao ano 312) e II (do ano 312 ao 814).

Sugere-se, ainda, volume 1 (partes I a IV) da “Historia de la Iglesia Catolica”, dos padres Villoslada, Llorca e Montalban (recomendamos a 2ª edição) e o 1º volume da “História da Santa Igreja”,* do padre Alfredo Sáenz.

A “Histoire des concilies”, de Karl Joseph Hefele, é igualmente relevante. Apesar de debruçar-se especificamente sobre o decurso dos concílios ecumênicos e regionais, os situa, com rigor, no contexto em que ocorreram. Ademais, apresenta os documentos originais greco-latinos de cada concílio, com uma tradução vernácula. Para a história da Igreja Antiga, os tomos I (das origens a 344) e II (de 344 a 450), da obra de Hefele.

Continua sendo uma boa obra a “Igreja dos Apóstolos e dos Mártires”,* primeiro volume da coleção de Daniel-Rops, apesar de, em alguns momentos, o autor ceder a certo linguajar humanista e, por vezes, exagerar os prejuízos causados à Igreja por sua união ao Estado (claro preconceito liberal). Estas passagens devem ser lidas com cautela. O mesmo cuidado há que se ter com respeito ao “Manual de Historia de La Iglesia”, de Jedin, que se situa numa linha historiográfica bastante moderna e cujos tomos finais são bastante criticáveis. Trata-se, no entanto, de uma obra séria, sobretudo seu primeiro volume, que aborda a Igreja Antiga.

Acervo de valiosas informações a respeito dos primeiros séculos da Igreja são os dezesseis tomos das “Mémoires pour servir à l'history ecclésiastique des six premiers siècles”, de Tillemont.

Recomendamos entusiasticamente a “Formação da Cidade Cristã”,* de Rúben Calderón Bouchet, leitura essencial, e o “El Reino de Dios II, La Igreja e o Orden Político”, do padre Álvaro Calderón. Os capítulos iniciais das duas obras dedicam-se à Igreja Antiga.

Dentre as fontes primárias gerais dos primeiros séculos da Igreja, a obra referencial será sempre a “História Eclesiástica”,* de Eusébio de Cesareia, escrita em dez livros que compreendem desde Jesus Cristo até o ano 323. O mesmo Eusébio de Cesareia escreveu “A Vida de Constantino”, importante fonte para a história da Igreja no tempo do primeiro imperador cristão. A “História Eclesiástica” de Eusébio de Cesareia foi continuada por Rufino de Aquileia, que a estendeu até o ano 395. A respeito dos acontecimentos do século IV, são essenciais as “Histórias Eclesiásticas” de Sozomeno (até 425), Sócrates (até 439) e Teodoreto (até 428). As três já foram vertidas para o inglês e para o francês.

Também o “De Viris Illustribus”, de São Jerônimo, com 135 biografias dos principais personagens da história católica entre os séculos I e IV.

Ademais, o “Da morte dos perseguidores”, de Lactâncio.

Para a compreensão do Império Romano, mundo no qual a Igreja nasceu, “A Vida dos Doze Césares”,* de Suetônio; as “Histórias”,* de Tácito, e a “Eneida”,* de Virgílio. Também “A civilização romana”,* “O Império Romano”,* “Le Siècle d’Auguste”, todos de Pierre Grimal; “Pax romana. Ensayo para uma interpretación del poder político en Roma”, de Rúben Calderón Bouchet; “Roma, a história de um Império”,* de Greg Woolf. Recomenda-se, ademais, o interessante estudo publicado como “Europa, a via romana”,* de Remy Brague; e “O fim do mundo antigo e o princípio da Idade Média”,* de Ferdinand Lot.

Para o estudo da Romanidade, tanto em si mesma, quanto em sua relação com a Igreja nascente, “Cristianismo e Cultura Clássica”,* de Thomas Noris Cochrane; “Le Christianisme et l'Empire romain de Néron à Théodose”, de Paul Allard; e “La fin du paganisme”, de Gaston Boissier.

Sobre os tempos mais remotos da Igreja, recomenda-se as obras dos “Padres Apostólicos”: a “Carta aos coríntios”,* do Papa São Clemente; as sete “Cartas”,* de Santo Inácio de Antioquia; a “Carta aos Filipenses”,* de São Policarpo, assim como a “Didaquê”,* a “Carta do Pseudo-Barnabé”* e o “Pastor de Hermas”.*

Sobre os mártires dos primeiros séculos, duas coleções de atas dos martírios: a “Acta Martyrum”, organizada por Ruinart e as “Actas de los mártires”, organizada por Daniel Ruiz Bueno. Recomendamos, ainda, “Martyrs de Lyon”, de Joël Schmidt.

Sobre as perseguições, a vasta obra de Paul Allard continua insuperada, nomeadamente o “Dix leçons sur le martyre”, que apresenta um panorama geral. Para o exame de cada época, as obras do mesmo autor: “Histoire des persécutions pendant les deux premiers siècles” (sobre as perseguições desde Nero a Cômodo); “Les persécutions pendant la primeira moitié du troisième siècle” (desde Sétimo Severo até Décio); “Histoire des persécutions pendant la seconde moitié du troisième siècle” (desde Valeriano até Diocleciano); “La persécution de Dioclétien et le triomphe de l'Église” (sobre a perseguição de Diocleciano e a Igreja sob Constantino) e, por fim, “Les dernières persécutions du quatrième siècle” (que estende-se até Juliano, o Apóstata).

A literatura apologética dos séculos II e III fornece um acervo inestimável de informações sobre a Igreja naquele período, sobretudo de sua relação com a sociedade romana e com seus perseguidores. Dentre as apologias, recomenda-se estudar, principalmente, o “Diálogo com Trifão” e as duas “Apologias”,* de São Justino; o “Apologético”* e “Aos gentios”,* de Tertuliano; e o “Contra Celso”,* de Orígenes. Recomenda-se, ainda, a pequena, mas preciosa “Carta a Diogneto”;* o “Discurso aos Gregos”,* de Taciano; a “Súplica pelos cristãos”,* de Atanágoras; a “Sátira dos filósofos gregos”, de Hérmias; e “Apologia”,* de Santo Aristides.

Para a Igreja em meados do século III, a vasta obra de São Cipriano, mormente suas “Cartas”,* e seu “A Unidade da Igreja Católica”.* É de grande relevância, igualmente, a “Tradição Apostólica”,* obra reconstituída de Santo Hipólito.

Sobre o papado nos primeiros séculos, além do “Liber Pontificalis”, também o primeiro volume da “Histoire de la Papauté”, de Henrion; o volume I da “História dos papas”,* de Castiglione e Saba; “O Papado na Igreja Primitiva”,* de Adrian Fortescue; e “Los papas”, de Antonino Lopes.

Quanto à obra “Santos e Pecadores”,* livro disponível em português sobre a história dos papas do irlandês Eamon Duffy, cumpre salientar que cede flagrantemente à mais reprovável crítica histórica de caráter protestante ao examinar as origens do papado, e ao evolucionismo mais nitidamente modernista ao avaliar os séculos XIX e XX. O restante da obra, excluído certo preconceito liberal aqui e acolá, é aproveitável. O mesmo diga-se do “Dicionário Enciclopédico dos Papas”,* de Battista Mondin.

De Patrologia, a literatura é vastíssima. A obra de Quasten e do Institutum Angelicum Augustinianum, já foi publicada no Brasil como “Patrologia”,* em seis volumes, quatro dos quais dizem respeito à Igreja Antiga: o volume 1 (do Credo Apostólico a Santo Irineu de Lyon); o volume 2 (entre Santo Irineu de Lyon e o Concílio de Niceia); o volume 3 (a era de ouro da Patrística grega); e o volume 4 (a era de ouro da Patrística latina).

Também sobre Patrologia, o “Curso de Patrologia”,* do padre João Batista Insuelas; a “Patrologia”,* de Altaner e Stuiber; o tomo I da “Patrologie et Histoire de La Théologie”, de Cayré; “História da Filosofia Patrística”, de Claudio Moreschini e “História da Literatura Cristã Antiga Grega e Latina”,* do mesmo Moreschini e de Norelli; “The greek fathers”, de Fortescue. Recomenda-se, ademais, o volume I da “História da Filosofia”,* de Dario Antiseri e de Giovanni Reale, o volume I da “Uma História da Filosofia”,* do padre Copleston; e o volume I da “História da Filosofia”,* do padre Thonnard.

Sobre a educação nos primeiros séculos da Igreja, as três principais obras de Clemente de Alexandria: “Protrepticus”,* “Paedagogus”,* e “Stromata”. Especificamente sobre a pedagogia de Orígenes, o “Agradecimento a Orígenes”, de São Gregório Taumaturgo. É de grande utilidade, ainda, a “Carta aos jovens sobre a utilidade da literatura pagã”,* de São Basílio Magno”.

Também sobre a educação católica nos primórdios, a “História da educação na Antiguidade”,* de Henri Marrou; “Influence des Pères de l'Église sur l'éducation publique pendant les cinq premiers siècles de l'ère chrétienne”, de Jean P.A. Lalanne; a “História da educação na Antiguidade Cristã”,* de Ruy Afonso da Costa Nunes; e “Clemente de Alexandría”, de Gustave Bardy.

Sobre as heresias nos primeiros séculos, “Contra as heresias”,* de Santo Irineu de Lyon; a “Philosophumena”, ou “Refutação de todas as heresias”, de Santo Hipólito; o “Dictionnaire des hérésies, des errores et des schismes”, de J. J. Claris; os capítulos iniciais de “História das heresias e suas refutações”,* de Santo Afonso de Ligório; “As grandes heresias”,* de Hillaire Belloc.

Especificamente sobre acontecimentos do século IV, sobretudo a crise ariana, recomenda-se, as supracitadas obras de Eusébio de Cesareia, Teodoreto, Sócrates e Sozomeno, mas principalmente as obras históricas e apologéticas de Santo Atanásio: a “História dos arianos”, a “Apologia contra os arianos”, o “Sobre os Sínodos de Rimini e Selêucia”, a “Apologia de sua fuga”,* a “Apologia ao imperador Constâncio”,* e seu vasto epistolário. Ademais, o “Contra Constâncio”, de Santo Hilário de Poitiers, e a “Autobiografia”,* de São Gregório Nazianzeno.

Ainda sobre a crise ariana, o nosso “Santo Atanásio e a Crise Ariana”;* a conhecida obra do cardeal Newman, “Arians of the Fourth Century”; e também o “La vie de S. Athanase, archevesque d’Alexandrie”, de Godefroy Hermant; o grande estudo “Saint Athanase. Étude Littéraire”, de Eugène Fialon; a pequena biografia “Saint Athanase”, de Bardy; e “Vie de Saint Athanase”, de Paul Barbier.

Ainda, “L’Église dans l'Empire romain (IVe-Ve siècle)”, de Jean Gaudemet; “L’eglise de l’antiquite tardive (303-604)” de Henri-Irénée Marrou, e o também referencial “La Paix Constantinienne et le Catholicisme”, de Pierre Battifol, apesar da suspeita de heterodoxia do autor.

Sobre a arte cristã nas origens, o volume 1 da “Histoire de l’Art”, coordenada por Emile Mâle; “Les plus anciennes basiliques chrètiennes”, também de Mâle; e a vasta obra de Louis Brehiér: “L'art chrétien, son desenvolvimento iconographique des origines à nos jours”; “Les basiliques Chrétiennes”; e seu “Les églises romanes”.

Sobre São Justino Mártir, “Justin. Sa Vie et sa Doctrine”, do padre Bery, e “Saint Justin”, de Barth Aubé.

Sobre Santo Hilário de Poitiers, “Saint Hilaire”, de R. P. Largent.

Sobre São Martinho de Tours, a “Vida de Martinho”, de São Sulpício Severo; e “Celui par qui la Gaule devint chrétienne”, de Régine Pernoud.

Sobre São Basílio Magno, “Saint Basile”, de V. Lecoffre.

Sobre Juliano, o Apóstata, a obra em dois volumes de Allard, “Julien l’apostat”.

Sobre o Sacramento da Penitência, “La Pénitence publique dans l'Église primitive” e “La Confession sacramentelle dans l'église primitive”, ambas do padre Elphège Vacandard.

Sobre a escravidão no começo da Igreja, “Les Esclaves chrétiens depuis les primeiros tempos de L’Église”, também de Allard; e “A Igreja Católica e a escravidão”,* do padre James Balmes.

Para os primeiros tempos da vida monástica, a “Vida e conduta de Santo Antão”,* escrita por Santo Atanásio”; a “Vida de São Pacômio”,* de autor desconhecido do século IV; “L’ordre monastique des origines ao Xiième siècle”, de U. Berlière; e o tomo I do “Les Moines en Occidente”, de Ivan Gobry. Também os primeiros capítulos de “Grandes mestres da vida espiritual”,* do padre Royo-Marín.

Os Tempos Bárbaros

Módulo II

Os Tempos Bárbaros

38 aulas

Entre as ruínas do Império e os povos germânicos, a Igreja lança-se à conversão dos bárbaros, evangeliza reis e nações, funda mosteiros e lança os alicerces da Cristandade medieval.

Detalhes

Do colapso do Império do Ocidente ao surgimento de novos reinos, acompanhamos como a Igreja guardou a fé e conduziu povos inteiros à vida cristã. Bispos e monges santos tornam-se o eixo de continuidade numa época de ruínas e recomposição.

Vemos a conversão dos francos com Clóvis, o abandono do arianismo entre visigodos e lombardos, e a influência de rainhas e missionários na evangelização das cortes. São Bento lança a Regra que ordena a vida monástica; São Gregório Magno envia Santo Agostinho à Cantuária; irlandeses como São Columba e São Columbano percorrem a Europa fundando mosteiros.

Os mosteiros salvaguardam livros, formam costumes e irradiam vida cristã; nas cidades, a caridade organizada e a disciplina eclesiástica moldam o cotidiano. A memória dos santos, o culto das relíquias e as peregrinações alimentam a esperança e fortalecem a unidade da fé.

Sem ocultar as provações, como heresias persistentes e o avanço islâmico no Mediterrâneo, o módulo mostra como nascem os alicerces da futura Cristandade medieval. Ao final, o aluno situa pessoas, textos e acontecimentos decisivos desse período de transição e semeadura.

Bibliografia do módulo

Os Tempos Bárbaros (381-754) e Carolíngios (754-1077)

A Igreja Medieval

OBS 1: as obras assinaladas com * encontram-se em português.

OBS 2: para nossas considerações sobre as obras de caráter geral, consultar a Bibliografia do Módulo I.

Dentre as obras de caráter geral, a “Histoire Ecclesiastique”, do padre Fleury, tomos 5 a 9 (que abrange de 395 a 794, para os “tempos bárbaros”) e tomos 10 a 13 (794 a 1099, para os “tempos carolíngios); e também a “Histoire Universelle de l’Église Catholique”, do padre Rohrbacher, tomos 7 a 11 (para os “tempos bárbaros”) e 11 a 14 (para os “tempos carolíngios”).

Da “Histoire generale de l’Église”, do padre Boulenger, a segunda parte do tomo III (sobre a Igreja e o Império cristão) e todo o tomo IV (que vai desde a queda do Império Romano do Ocidente até São Gregório VII).

Da “Histoire generale de l’Église”, de Bérault-Bercastel, os tomos II (378 a 527), III (527 a 858) e IV (858 a 1123).

Da “Histoire de L’Église” do cardeal Hergenröther, a segunda parte do tomo II (que examina a história católica desde Constantino até Carlos Magno), e os primeiros capítulos do tomo III (que se ocupa do período que se estende do surgimento do Islã a Bonifácio VIII).

Da “Historia de la Iglesia Catolica”, dos padres Villoslada, Llorca e Montalban, as partes V e VI do tomo I (para “os tempos bárbaros”) e a parte I do tomo II (para os “tempos carolíngios”).

Ainda, “A Igreja dos Tempos Bárbaros”,* de Daniel-Rops, para ambos os períodos, e o 1º volume da “História da Santa Igreja”,* do padre Alfredo Sáenz.

Do “Manual de Historia de La Igreja”, de Jedin, com os cuidados apontados na Bibliografia do Módulo I, os tomos II (para “os tempos bárbaros”) e III (para os “tempos carolíngios”).

Os tomos 2 a 6 da “Histoire des concilies”, de Hefele. Os concílios ecumênicos do período estudado são examinados em seu tomo 2 (Concílio de Éfeso), tomo 3 (Concílio de Calcedônia e II Concílio de Constantinopla), tomo 4 (III Concílio de Constantinopla), tomo 5 (II Concílio de Niceia) e tomo 6 (III Concílio de Constantinopla). A obra de Hefele, ademais, é uma fonte excelente para o estudo do papado nos tempos bárbaros e da Igreja merovíngia.

Recomendamos ainda os tomos I e II de “L’Église et la Civilizatin au Moyen Age”, de Gustav Schnürer, o primeiro abrangendo desde a queda do Império Romano até Carlos Magno, e o segundo, desde a decadência Carolíngia até o apogeu da Cristandade. Igualmente, “L’eglise de l’antiquite tardive (303-604)” de Henri-Irénée Marrou, e os capítulos iniciais de “Les Papes et la France”, do padre Michek Viot.

Ainda, os capítulos finais de a “Formação da Cidade Cristã”,* de Rúben Calderón Bouchet, e os capítulos intermediários de “El Reino de Dios II, La Igreja y el Orden Político”, do padre Álvaro Calderón.

Para história medieval geral, os vários volumes do “Entretiens sur l'histoire du moyen âge”, de Jules Zeller; o tomo I da “História da Europa”,* de João Ameal; “A Sociedade Feudal”,* de Marc Bloch; os três volumes da “História dos Reinos Bárbaros”,* e “O Mundo Feudal, Acontecimentos Políticos”,* ambos de Mário Curtis Giordani.

Para os primeiros séculos da Idade Média, “O fim do Mundo Antigo e o princípio da Idade Média”,* e “Le Naissance de la France”, ambos de Ferdinand Lot.

A respeito das invasões bárbaras, “Les Barbares: des Grandes Invasions aux Conquètes Turques du XIº Siècle”, de Louis Halphen; e “As invasões bárbaras”,* de Pierre Riché.

A bibliografia a respeito de Santo Agostinho é vastíssima. De sua obra, são essenciais: “As Confissões”,* “Solilóquios”,* “A vida feliz”,* “A Cidade de Deus”,* “A Graça”.* A seu respeito, são relevantes “A vida de Agostinho”,* escrita por Possídio, um de seus alunos; “Saint Augustin”, de Ivan Gobry; “Initiation a La Philipophie de Saint Augustin”, de Fulbert Cayré; “Introdução ao Estudo de Santo Agostinho”,* de Étienne Gilson; “Agostinho – o Homem, o Pastor e o Místico”,* de Augustin Trapé; “Santo Agostinho e Agostinismo”,* de Henri-Irénée Marrou; e os capítulos finais de “Cristianismo e Cultura Clássica”,* de Thomas Noris Cochrane.

Para os Padres da Igreja entre os séculos V a VIII, a “Patrologia”,* de Quasten e do Institutum Angelicum Augustinianum: os capítulos finais dos volumes 3 (a era de ouro da Patrística grega), e do volume 4 (a era de ouro da Patrística latina) e os volumes 5 (os Padres Latinos, do Concílio de Calcedônia a São Beda) e 6 (os Padres Orientais, do Concílio de Calcedônia a São João Damasceno).

Também sobre Patrologia, o “Curso de Patrologia”,* do padre João Batista Insuelas; a “Patrologia”,* de Altaner e Stuiber; o tomo I da “Patrologie et Histoire de La Théologie”, de Cayré. Recomendamos, ademais, o volume I da “História da Filosofia”,* de Dario Antiseri e de Giovanni Reale, o volume I da “Uma História da Filosofia”,* do padre Copleston; e o volume II da “História da Filosofia”,* do padre Thonnard.

Para a conversão dos bárbaros, as fontes primárias são a “História dos francos”, de São Gregório de Tours; a “História dos Godos”, de Santo Isidoro de Sevilha; a “História Eclesiástica do Povo Inglês”, de São Beda, o Venerável; a “História dos Lombardos”; de Paulo, o Diácono; a “Vida de São Wilibrodo”, de Alcuíno; as “Vidas de Bonifácio”, de Willibald e de Radboud de Utrech; a “Vida de Santo Anscário”, de Rimberto de Hamburgo; a “Gesta Hammaburgensis”, de Adam de Bremen; e a “Chronica Slavorum”, de Helmold von Bosau, que relata a evangelização pelos alemães dos territórios eslavos e saxões desde o reinado de Carlos Magno até cerca de 1172.

Também sobre a conversão dos bárbaros, os primeiros capítulos de “Histoire religieuse de la France”, de Georges Goyau; a “Vie de Saint Patrice”, de Joseph Dunn; “Saint Colomban”, do padre Eugenio Martin “L’Anglaterre chrétienne avant les normands”, de Fernand Cabrol; “Saint Boniface”, biografia do grande santo escrita por G. Kurth; e o tomo I da “Historia de la Igreja em España”, de Ricardo Villoslada.

Sobre a prática da religião nos tempos bárbaros, “La vie religieuse em France au Moyen Age”, de B. Merdrignac.

No que se refere à vida monástica nos tempos bárbaros: “A vida e os milagres de São Bento”,* de São Gregório Magno; os tomos II e III do “Les Moines en Occidente”, de Ivan Gobry; a “Histoire de l’ordre de S. Benoît”, de Filibertz Schmitz; e “L’ordre monastique des origines ao Xiième siècle”, de U. Berlière.

Para a história do papado, além do “Liber Pontificalis”, o primeiro e o segundo volumes da “Histoire de la Papauté”, de Henrion; o tomos I e II da “História dos papas”,* de Castiglione e Saba; e “Los papas”, de Antonino Lopes. Quanto às obras “Santos e Pecadores. História dos Papas”, de Eamon Duffy e do “Dicionário Enciclopédico dos Papas”,* de Battista Mondin, ver considerações a seu respeito na bibliografia do Módulo I.

Sobre os pontificados de São Leão Magno e de São Gregório Magno, respectivamente “Histoire du pontificat de Saint Leon le Grand” e “Histoire du pontificat de S. Gregoire le Grand”, ambos de Louis Maimbourg.

Sobre a Reforma Gregoriana e São Gregório VII, “O Livro de Gomorra”, de São Pedro Damião; “St. Grégoire VII et La Réforme de l’Église ao XIe siècle”, do padre Delarc; “Les papes do XI siècle et la Chretienté”, de Jules Gay; “Réforme Gregorienne”, de A. Fliche; e o referencial “Saint Gregoire VII”, de H. X. Arquillière.

Sobre o papel desempenhado pela Igreja ao lançar as bases da civilização europeia, assim como sobre a preservação das letras nos tempos bárbaros, as obras de Boécio, sobretudo “A Consolação da Filosofia”,* e as “Institutiones”* de Cassiodoro. Também “Los creadores de Europa”, de Luis Suárez Fernández, onde é examinado o impacto civilizacional de São Bento, São Gregório Magno, Santo Isidoro e São Bonifácio; “Education et culture dans l'Occident barbare: VIe - VIIIe siècle”, de Pierre Riché, os capítulos iniciais da “História da educação na Idade Média”,* de Ruy Afonso da Costa Nunes; e de “O Despertar da Europa”,* de Philippe Wolff.

Para os sucedidos na Igreja no Oriente entre os séculos IV e V, as principais fontes são as “Histórias Eclesiásticas” de Sozomeno (até 425), Sócrates (até 439) e Teodoreto (até 428).

Sobre o Império Bizantino e sobre a Igreja no Oriente, com suas controvérsias e seus cismas, “A Civilização Bizantina”,* e “A Teocracia Bizantina”,* ambos de Steven Runciman; “Saint Jean Crysostome”, de Aimé Puech; “Nestorius et la controverse nestorienne”, de M. Jugie; “Voyage ao pays des monastères byzantines”, de Varille; e, sobre o Cisma do Oriente; “Le schisme oriental do XIe siècle”, de Louis Bréhier.

Recomenda-se, ainda, dentre as obras dos Padres orientais do final da era patrística, o estudo dos “Escritos Espirituais”,* de São Doroteu de Gaza; de “A Santa Escada”,* de São João Clímaco; e das obras de São João Damasceno, em especial “Da Fé Ortodoxa” e “Contra a heresia iconoclasta”.*

Sobre as heresias, o “Dictionnaire des hérésies, des erros et des schismes”, de J. J. Claris; e os capítulos iniciais de “História das heresias e suas refutações”,* de Santo Afonso de Ligório.

Sobre Carlos Magno e o Império Carolíngio, a “Vita Caroli Magni”, escrita por Eginhardo, colaborador próximo do imperador; “Carlos Magno”,* de Jean Favier; “Carlos Magno e o Império Carolíngio”,* de Louis Halphen; “Carlos Magno e a restauração da educação”,* de James Bass Mullinger; “Maomé e Carlos Magno”,* de Henri Pirenne; o importante “L'Empire carolingien VIIIe - IXe siècles”, de Pierre Riché; os capítulos iniciais de “L’idée d’Empire em Occident”, de Robert Folz; e, ainda, “L’empire carolingien, ses origines et ses transformações”, de Arthur Jean Kleinclausz.

Sobre Cluny e a reforma cluniacense, a “Histoire de l’ordre de Cluny”, de Henri Pignot; “L’Église ao poder des laïques: (888-1057)”, de Emile Amann; a biografia de Santo Odilo, intitulada “Saint Odilon, abbé de Cluny: sa vie, son temps, ses oeuvres (962-1049)”, de Pierr Jardet; e a biografia de São Hugo, “Vie de Saint Hugues, abbé de Cluny, 1024-1109”, de Alber l’Huillier.

Sobre a Igreja na Península Ibérica entre os séculos VIII e XI, a “Vita Eulogii”, famosa biografia de Santo Eulógio, escrita por Álvaro de Córdoba; as importantes “Crônicas de Afonso III”, em suas duas versões; o tomo II da “Historia de la Iglesia em España”, de Ricardo Garcia Villoslada; também o suscinto “La Cruzada del Sur”, de Juan Antonio Cebrian; o volumoso “Historia da España en Edad Media”, de Luis Suárez Fernandez; e “Al-Andalus contra España: La forja do mito”, de Serafin Fanjul.

Sobre a arte cristã, o volume 1 da “Histoire de l’Art”, coordenada por Emile Mâle; “L’art chrétien, son desenvolvimento iconographique des origines à nos jours”, de Louis Bréhier; e “Arte do Ocidente: a Idade Média Românica e Gótica”,* de Henri Focillon.

Sobre a Igreja e a escravidão, ainda “Les Esclaves chrétiens depuis les primeiros tempos de L’Église”, de Paul Allard, e “A Igreja Católica e a escravidão”,* do padre James Balmes.

Os Tempos Carolíngios

Módulo III

Os Tempos Carolíngios

26 aulas

Entre a restauração do Império no Ocidente, reformas monásticas e lutas pela autoridade do papado, a Igreja lança as bases da Cristandade, reorganiza a Europa e prepara o auge da Civilização Católica Medieval.

Detalhes

Do colapso do Império do Ocidente ao surgimento de novos reinos, acompanhamos como a Igreja guardou a fé e conduziu povos inteiros à vida cristã. Bispos e monges santos tornam-se o eixo de continuidade numa época de ruínas e recomposição.

Vemos a conversão dos francos com Clóvis, o abandono do arianismo entre visigodos e lombardos, e a influência de rainhas e missionários na evangelização das cortes. São Bento lança a Regra que ordena a vida monástica; São Gregório Magno envia Santo Agostinho à Cantuária; irlandeses como São Columba e São Columbano percorrem a Europa fundando mosteiros.

Os mosteiros salvaguardam livros, formam costumes e irradiam vida cristã; nas cidades, a caridade organizada e a disciplina eclesiástica moldam o cotidiano. A memória dos santos, o culto das relíquias e as peregrinações alimentam a esperança e fortalecem a unidade da fé.

Sem ocultar as provações, como heresias persistentes e o avanço islâmico no Mediterrâneo, o módulo mostra como nascem os alicerces da futura Cristandade medieval. Ao final, o aluno situa pessoas, textos e acontecimentos decisivos desse período de transição e semeadura.

Bibliografia do módulo

Os Tempos Bárbaros (381-754) e Carolíngios (754-1077)

A Igreja Medieval

OBS 1: as obras assinaladas com * encontram-se em português.

OBS 2: para nossas considerações sobre as obras de caráter geral, consultar a Bibliografia do Módulo I.

Dentre as obras de caráter geral, a “Histoire Ecclesiastique”, do padre Fleury, tomos 5 a 9 (que abrange de 395 a 794, para os “tempos bárbaros”) e tomos 10 a 13 (794 a 1099, para os “tempos carolíngios); e também a “Histoire Universelle de l’Église Catholique”, do padre Rohrbacher, tomos 7 a 11 (para os “tempos bárbaros”) e 11 a 14 (para os “tempos carolíngios”).

Da “Histoire generale de l’Église”, do padre Boulenger, a segunda parte do tomo III (sobre a Igreja e o Império cristão) e todo o tomo IV (que vai desde a queda do Império Romano do Ocidente até São Gregório VII).

Da “Histoire generale de l’Église”, de Bérault-Bercastel, os tomos II (378 a 527), III (527 a 858) e IV (858 a 1123).

Da “Histoire de L’Église” do cardeal Hergenröther, a segunda parte do tomo II (que examina a história católica desde Constantino até Carlos Magno), e os primeiros capítulos do tomo III (que se ocupa do período que se estende do surgimento do Islã a Bonifácio VIII).

Da “Historia de la Iglesia Catolica”, dos padres Villoslada, Llorca e Montalban, as partes V e VI do tomo I (para “os tempos bárbaros”) e a parte I do tomo II (para os “tempos carolíngios”).

Ainda, “A Igreja dos Tempos Bárbaros”,* de Daniel-Rops, para ambos os períodos, e o 1º volume da “História da Santa Igreja”,* do padre Alfredo Sáenz.

Do “Manual de Historia de La Igreja”, de Jedin, com os cuidados apontados na Bibliografia do Módulo I, os tomos II (para “os tempos bárbaros”) e III (para os “tempos carolíngios”).

Os tomos 2 a 6 da “Histoire des concilies”, de Hefele. Os concílios ecumênicos do período estudado são examinados em seu tomo 2 (Concílio de Éfeso), tomo 3 (Concílio de Calcedônia e II Concílio de Constantinopla), tomo 4 (III Concílio de Constantinopla), tomo 5 (II Concílio de Niceia) e tomo 6 (III Concílio de Constantinopla). A obra de Hefele, ademais, é uma fonte excelente para o estudo do papado nos tempos bárbaros e da Igreja merovíngia.

Recomendamos ainda os tomos I e II de “L’Église et la Civilizatin au Moyen Age”, de Gustav Schnürer, o primeiro abrangendo desde a queda do Império Romano até Carlos Magno, e o segundo, desde a decadência Carolíngia até o apogeu da Cristandade. Igualmente, “L’eglise de l’antiquite tardive (303-604)” de Henri-Irénée Marrou, e os capítulos iniciais de “Les Papes et la France”, do padre Michek Viot.

Ainda, os capítulos finais de a “Formação da Cidade Cristã”,* de Rúben Calderón Bouchet, e os capítulos intermediários de “El Reino de Dios II, La Igreja y el Orden Político”, do padre Álvaro Calderón.

Para história medieval geral, os vários volumes do “Entretiens sur l'histoire du moyen âge”, de Jules Zeller; o tomo I da “História da Europa”,* de João Ameal; “A Sociedade Feudal”,* de Marc Bloch; os três volumes da “História dos Reinos Bárbaros”,* e “O Mundo Feudal, Acontecimentos Políticos”,* ambos de Mário Curtis Giordani.

Para os primeiros séculos da Idade Média, “O fim do Mundo Antigo e o princípio da Idade Média”,* e “Le Naissance de la France”, ambos de Ferdinand Lot.

A respeito das invasões bárbaras, “Les Barbares: des Grandes Invasions aux Conquètes Turques du XIº Siècle”, de Louis Halphen; e “As invasões bárbaras”,* de Pierre Riché.

A bibliografia a respeito de Santo Agostinho é vastíssima. De sua obra, são essenciais: “As Confissões”,* “Solilóquios”,* “A vida feliz”,* “A Cidade de Deus”,* “A Graça”.* A seu respeito, são relevantes “A vida de Agostinho”,* escrita por Possídio, um de seus alunos; “Saint Augustin”, de Ivan Gobry; “Initiation a La Philipophie de Saint Augustin”, de Fulbert Cayré; “Introdução ao Estudo de Santo Agostinho”,* de Étienne Gilson; “Agostinho – o Homem, o Pastor e o Místico”,* de Augustin Trapé; “Santo Agostinho e Agostinismo”,* de Henri-Irénée Marrou; e os capítulos finais de “Cristianismo e Cultura Clássica”,* de Thomas Noris Cochrane.

Para os Padres da Igreja entre os séculos V a VIII, a “Patrologia”,* de Quasten e do Institutum Angelicum Augustinianum: os capítulos finais dos volumes 3 (a era de ouro da Patrística grega), e do volume 4 (a era de ouro da Patrística latina) e os volumes 5 (os Padres Latinos, do Concílio de Calcedônia a São Beda) e 6 (os Padres Orientais, do Concílio de Calcedônia a São João Damasceno).

Também sobre Patrologia, o “Curso de Patrologia”,* do padre João Batista Insuelas; a “Patrologia”,* de Altaner e Stuiber; o tomo I da “Patrologie et Histoire de La Théologie”, de Cayré. Recomendamos, ademais, o volume I da “História da Filosofia”,* de Dario Antiseri e de Giovanni Reale, o volume I da “Uma História da Filosofia”,* do padre Copleston; e o volume II da “História da Filosofia”,* do padre Thonnard.

Para a conversão dos bárbaros, as fontes primárias são a “História dos francos”, de São Gregório de Tours; a “História dos Godos”, de Santo Isidoro de Sevilha; a “História Eclesiástica do Povo Inglês”, de São Beda, o Venerável; a “História dos Lombardos”; de Paulo, o Diácono; a “Vida de São Wilibrodo”, de Alcuíno; as “Vidas de Bonifácio”, de Willibald e de Radboud de Utrech; a “Vida de Santo Anscário”, de Rimberto de Hamburgo; a “Gesta Hammaburgensis”, de Adam de Bremen; e a “Chronica Slavorum”, de Helmold von Bosau, que relata a evangelização pelos alemães dos territórios eslavos e saxões desde o reinado de Carlos Magno até cerca de 1172.

Também sobre a conversão dos bárbaros, os primeiros capítulos de “Histoire religieuse de la France”, de Georges Goyau; a “Vie de Saint Patrice”, de Joseph Dunn; “Saint Colomban”, do padre Eugenio Martin “L’Anglaterre chrétienne avant les normands”, de Fernand Cabrol; “Saint Boniface”, biografia do grande santo escrita por G. Kurth; e o tomo I da “Historia de la Igreja em España”, de Ricardo Villoslada.

Sobre a prática da religião nos tempos bárbaros, “La vie religieuse em France au Moyen Age”, de B. Merdrignac.

No que se refere à vida monástica nos tempos bárbaros: “A vida e os milagres de São Bento”,* de São Gregório Magno; os tomos II e III do “Les Moines en Occidente”, de Ivan Gobry; a “Histoire de l’ordre de S. Benoît”, de Filibertz Schmitz; e “L’ordre monastique des origines ao Xiième siècle”, de U. Berlière.

Para a história do papado, além do “Liber Pontificalis”, o primeiro e o segundo volumes da “Histoire de la Papauté”, de Henrion; o tomos I e II da “História dos papas”,* de Castiglione e Saba; e “Los papas”, de Antonino Lopes. Quanto às obras “Santos e Pecadores. História dos Papas”, de Eamon Duffy e do “Dicionário Enciclopédico dos Papas”,* de Battista Mondin, ver considerações a seu respeito na bibliografia do Módulo I.

Sobre os pontificados de São Leão Magno e de São Gregório Magno, respectivamente “Histoire du pontificat de Saint Leon le Grand” e “Histoire du pontificat de S. Gregoire le Grand”, ambos de Louis Maimbourg.

Sobre a Reforma Gregoriana e São Gregório VII, “O Livro de Gomorra”, de São Pedro Damião; “St. Grégoire VII et La Réforme de l’Église ao XIe siècle”, do padre Delarc; “Les papes do XI siècle et la Chretienté”, de Jules Gay; “Réforme Gregorienne”, de A. Fliche; e o referencial “Saint Gregoire VII”, de H. X. Arquillière.

Sobre o papel desempenhado pela Igreja ao lançar as bases da civilização europeia, assim como sobre a preservação das letras nos tempos bárbaros, as obras de Boécio, sobretudo “A Consolação da Filosofia”,* e as “Institutiones”* de Cassiodoro. Também “Los creadores de Europa”, de Luis Suárez Fernández, onde é examinado o impacto civilizacional de São Bento, São Gregório Magno, Santo Isidoro e São Bonifácio; “Education et culture dans l'Occident barbare: VIe - VIIIe siècle”, de Pierre Riché, os capítulos iniciais da “História da educação na Idade Média”,* de Ruy Afonso da Costa Nunes; e de “O Despertar da Europa”,* de Philippe Wolff.

Para os sucedidos na Igreja no Oriente entre os séculos IV e V, as principais fontes são as “Histórias Eclesiásticas” de Sozomeno (até 425), Sócrates (até 439) e Teodoreto (até 428).

Sobre o Império Bizantino e sobre a Igreja no Oriente, com suas controvérsias e seus cismas, “A Civilização Bizantina”,* e “A Teocracia Bizantina”,* ambos de Steven Runciman; “Saint Jean Crysostome”, de Aimé Puech; “Nestorius et la controverse nestorienne”, de M. Jugie; “Voyage ao pays des monastères byzantines”, de Varille; e, sobre o Cisma do Oriente; “Le schisme oriental do XIe siècle”, de Louis Bréhier.

Recomenda-se, ainda, dentre as obras dos Padres orientais do final da era patrística, o estudo dos “Escritos Espirituais”,* de São Doroteu de Gaza; de “A Santa Escada”,* de São João Clímaco; e das obras de São João Damasceno, em especial “Da Fé Ortodoxa” e “Contra a heresia iconoclasta”.*

Sobre as heresias, o “Dictionnaire des hérésies, des erros et des schismes”, de J. J. Claris; e os capítulos iniciais de “História das heresias e suas refutações”,* de Santo Afonso de Ligório.

Sobre Carlos Magno e o Império Carolíngio, a “Vita Caroli Magni”, escrita por Eginhardo, colaborador próximo do imperador; “Carlos Magno”,* de Jean Favier; “Carlos Magno e o Império Carolíngio”,* de Louis Halphen; “Carlos Magno e a restauração da educação”,* de James Bass Mullinger; “Maomé e Carlos Magno”,* de Henri Pirenne; o importante “L'Empire carolingien VIIIe - IXe siècles”, de Pierre Riché; os capítulos iniciais de “L’idée d’Empire em Occident”, de Robert Folz; e, ainda, “L’empire carolingien, ses origines et ses transformações”, de Arthur Jean Kleinclausz.

Sobre Cluny e a reforma cluniacense, a “Histoire de l’ordre de Cluny”, de Henri Pignot; “L’Église ao poder des laïques: (888-1057)”, de Emile Amann; a biografia de Santo Odilo, intitulada “Saint Odilon, abbé de Cluny: sa vie, son temps, ses oeuvres (962-1049)”, de Pierr Jardet; e a biografia de São Hugo, “Vie de Saint Hugues, abbé de Cluny, 1024-1109”, de Alber l’Huillier.

Sobre a Igreja na Península Ibérica entre os séculos VIII e XI, a “Vita Eulogii”, famosa biografia de Santo Eulógio, escrita por Álvaro de Córdoba; as importantes “Crônicas de Afonso III”, em suas duas versões; o tomo II da “Historia de la Iglesia em España”, de Ricardo Garcia Villoslada; também o suscinto “La Cruzada del Sur”, de Juan Antonio Cebrian; o volumoso “Historia da España en Edad Media”, de Luis Suárez Fernandez; e “Al-Andalus contra España: La forja do mito”, de Serafin Fanjul.

Sobre a arte cristã, o volume 1 da “Histoire de l’Art”, coordenada por Emile Mâle; “L’art chrétien, son desenvolvimento iconographique des origines à nos jours”, de Louis Bréhier; e “Arte do Ocidente: a Idade Média Românica e Gótica”,* de Henri Focillon.

Sobre a Igreja e a escravidão, ainda “Les Esclaves chrétiens depuis les primeiros tempos de L’Église”, de Paul Allard, e “A Igreja Católica e a escravidão”,* do padre James Balmes.

A Cristandade

Módulo IV

A Cristandade

72 aulas

No apogeu da Civilização Católica, dos séculos XI a XIV, a fé católica estrutura toda a vida social. Esta é a era das Cruzadas, das Catedrais, das Sumas e das grandes reformas na vida religiosa.

Detalhes

Bibliografia do módulo

A Cristandade (1077-1378)

A Igreja Medieval

OBS 1: as obras assinaladas com * encontram-se em português.

OBS 2: para nossas considerações sobre as obras de caráter geral, consultar a Bibliografia do Módulo I.

Dentre as obras de caráter geral, a “Histoire Ecclesiastique”, do padre Fleury, tomos 13 a 20 (que abrangem o período de 1053 a 1414); e também a “Histoire Universelle de l’Église Catholique”, do padre Rohrbacher, tomos 14 a 20 (que se estendem de 1054 a 1378).

Da “Histoire generale de l’Église”, do padre Boulenger, o tomo V (que abarca de São Gregório VII a Clemente V) e os primeiros capítulos do tomo VI (de Clemente V até a Reforma Protestante).

Da “Histoire generale de l’Église”, de Bérault-Bercastel, os tomos IV (858 a 1123), V (1123 a 1349) e VI (1349 a 1517).

Da “Histoire de L’Église” do cardeal Hergenröther, o tomo IV (que examina a história católica desde 1073 a 1517), e os primeiros capítulos do tomo V (de 1303 a 1655).

Da “Historia de la Iglesia Catolica”, dos padres Villoslada, Llorca e Montalban, a parte II do tomo I e a parte I do tomo III.

Ainda, “A Igreja das Catedrais e das Cruzadas”,* de Daniel-Rops, e o 2º volume da “História da Santa Igreja”,* do padre Alfredo Sáenz.

O tomo IV do “Manual de Historia de La Igreja”, de Jedin, com os cuidados apontados na Bibliografia do Módulo I.

Os tomos 7 a 9 da “Histoire des concilies”, de Hefele. Os Concílios I, II e III de Latrão são examinados no tomo 7; o Concílio de Latrão IV, e os Concílios de Lyon I e II, no tomo 8; e o Concílio de Vienne, no tomo 9.

Recomendamos ainda o tomo II de “L’Église et la Civilizatin au Moyen Age”, de Gustav Schnürer; “Apolgeo de la Ciudad Cristiana”, de Rúben Calderón Bouchet; e os capítulos finais de “El Reino de Dios II, La Igreja e o Orden Político”, do padre Álvaro Calderón.

Dentre as crônicas medievais mais relevantes para a história da Cristandade:

“De duabus civitatibus” e “Gesta Frederici”, de Oto de Freising, obras continuadas na “Crônica de Saint-Blaise”, obra de um monge beneditino alemão do mosteiro de Saint-Blaise, que atuou entre o final do século XII e início do século XIII;

Também a “Chronica Slavorum”, de Helmold von Bosau, que relata a evangelização pelos alemães dos territórios eslavos e saxões desde o reinado de Carlos Magno até cerca de 1172; e também a “Chronica Slavorum”, de Arnaldo de Lubeck, que a continuou, estendendo a narrativa até 1210 e trazendo informações preciosas sobre o progresso da Igreja a leste do rio Elba;

E, ainda, para a Inglaterra, os “Annales”, de Alfred de Beverley, que narra a história inglesa até o século XII; a “Genealogia regum Anglorum”, de Elredo de Rievaulx, sobre os reis da Inglaterra; a “Gesta Regum Anglorum”, história dos reis ingleses até o século XII, de Guilherme de Malmesbury; e a “Historia de rebus anglicis”, de Guilherme de Newburgh, dedicada à história inglesa entre 1066 e 1198;

Sobre a Sicília e o sul da Itália, a “Chronica Romanorum pontificum et imperatorum ac de rebus em Apulia gestis”, de um monge anônimo de Santa Maria della Ferraria.

Para a França, sobretudo, a “Historia regum francorum monasterii Sancti Dionysii”, de Hugo de Fleury, e as “Histoires de Louis VI e Louis VII”, do Abade Suger;

E, dentre as histórias universais, indiscutivelmente as mais relevantes são a “Historia Ecclesiastica”, de Orderic Vitalis, até 1141; as “Abbreviationes Chronicorum”, de Ralph de Diceto, uma história do mundo até 1202; e a “Chronica Majora”, de Mateus de Paris, que nós dá relevantíssimas informações da história política, religiosa e militar na Cristandade nos séculos XI, XII e XIII.

Obras de caráter geral a respeito da Europa na Cristandade, “L’essor de l’Europe”, de Louis Halphen; o tomo II de “História da Europa”,* de João Ameal; “A Sociedade Feudal”,* de Marc Bloch; os vários volumes do “Entretiens sur l'history du moyen âge”, de Jules Zeller; os três volumes de “O Mundo Feudal”,* de Mário Curtis Giordani; “Le XIII siècle européen”, de Léopold Genicot; os capítulos iniciais de “Historiquement correct”, de Jean Sévillia; e as obras de Régine Pernoud, sobretudo “Luz sobre a Idade Média”* e “O Mito da Idade Média”.*

São importantíssimos, ainda “Le Christianisme et l’Organization Féodale”, de A. Doufourq; e “La chrétienté romaine (1198-1274)” de Augustin Fliche.

Sobre a ideia de Cristandade: “L’idée de Chrétienté dans la pensée pontificale”, de Jean Rupp; “L’idée de Chréntienté chez les scolastiques”, de Landy; “Les papes do XI siècle et la Chretienté”, de Jules Gay; “A Cristandade e sua cosmovisão”,* de Alfredo Sáenz.

Sobre São Bernardo e seu tempo, a “Vita Prima Sancti Bernardi”, de Guilherme de Saint-Thierry; “Saint Bernard”, de Ivan Gobry; a “Vie de Saint Bernard”, em dois tomos, de Elphege Vacandard; “Vie de Saint Bernard”, de Villefore; “Saint Bernard et son temps”, de Alfred Nettement; “Saint Bernard mystique”, de Dom Jean Leclercq; “La Thélogie mystique de Saint-Bernard”, de Étienne Gilson; “São Bernardo de Claraval”,* de Ailbe J. Luddy.

Para a ordem de Cister: “Les Moines blancs. Histoire de l’Ordre Cistercien”, de Louis Lekai; e “L’ordre cistercien et son gouvenement des origines au milieu du XIIIème siècle”, de Berthold Mann.

Para os cônegos regrantes e a Ordem Premonstratense, a “Vie de S. Norbert”, de Louis-Charles Hugo; “São Norberto, defensor da Eucaristia”,* do cônego Godofredo Chantain; “La spiritualité des Prémontés ao XIIème et XIIIème siècles”, de François Petit.

Sobre Cluny, os beneditinos e a vida monástica em geral, “Histoire de l’ordre de Cluny”, de Henri Pignot; “La vie et l'influence monastiques au douzième siècle”, de Maurice Demimuid; a “Histoire de l’ordre de S. Benoît”, de Filibertz Schmitz; “L’ordre monastique des origines ao Xiième siècle”, de U. Berlière; e “Histoire des ordres religieuses”, do barão Henrion.

Sobre Pedro, o Venerável, nono abade de Cluny e importante personalidade do século XII, “Pierre le vénerable”, de Dom Jean Leclerq.

Sobre São Francisco de Assis e os franciscanos, a “Legenda Maior”,* de São Boaventura; “São Francisco de Assis e o espírito franciscano”* e “Mystiques franciscans”, ambos de Ivan Gobry. Sobre as origens da Ordem Franciscana, “Histoire de la fondation et de l’évolution des frères mineurs au XIII siècle”, de Badin Gratien. Sobre Santa Isabel da Hungria, “Saint Élisabeth de Hongrie”, de Léon Gautier.

Recomenda-se, ainda, as obras completas do Abade Suger de Saint-Denis, assim como sua biografia escrita por Alfred Nettement: “Suger et son temps”.

Para a história do papado, o segundo volume da “Histoire de la Papauté”, de Henrion; o tomo II da “História dos papas”,* de Castiglione e Saba; e “Los papas”, de Antonino Lopes. Quanto às obras “Santos e Pecadores. História dos Papas”, de Eamon Duffy e do “Dicionário Enciclopédico dos Papas”,* de Battista Mondin, ver considerações a seu respeito na bibliografia do Módulo I.

Ainda sobre os Pontífices: “St. Grégoire VII et La Réforme de l’Église ao XIe siècle”, do padre Delarc; “Les papes do XI siècle et la Chretienté”, de Jules Gay; “Réforme Gregorienne” e “La réforme grégorienne et la reconquête chrétienne, (1057-1123)”, ambos de Augustin Fliche; “Les Papes et la France”, do padre Michek Viot; e “La papauté et les missions d'Orient ao Moyen Âge”, de Jean Richard.

Sobre o pontificado de Urbano II, a obra de Lucien Paulot, “Urbain II, um pape français”.

A respeito de Inocêncio III, a obra em seis volumes, “Innocent III”, de Achille Luchaire: tomo I (Roma e a Itália), tomo II (a Cruzada Albigense), tomo III (o papado e o Império), tomo IV (a questão do Oriente), volume V (os reinos vassalos da Santa Sé) e volume VI (O IV Concílio de Latrão e a Reforma da Igreja).

Sobre o papado de Avignon, “Les Papes em Avignon”, de Dominique Padilhe; e “Les papes d’Avignon”, de Jean Favier.

A bibliografia a respeito das Cruzadas é vastíssima. Dentre as fontes primárias, a “Gesta Francorum”, de autor anônimo da Primeira Cruzada; a “Histoire belli sacri”, de um monge de Monte Cassino, sobre a Primeira Cruzada e sobre o Principado de Antioquia; a “Historia Francorum qui ceperunt Iherusalem”, de Raimundo de Aguilliers, também sobre a Primeira Cruzada; a “Historia Hierosolymitana”, de Fulcher de Chartres, sobre o período que se estende da convocação da Primeira Cruzada até cerca de 1130. A “Dei gesta per Francos” de Guilbert de Nogent é, também, uma fonte relevante sobre o início do movimento. Sobre a Segunda Cruzada, a “De profectione Ludovici VII em Orientem”, de Odo de Deuil. Ademais, a célebre “Historia Rerum in Partibus Transmarinis Gestarum”, de Guilherme de Tiro, que narra desde a Primeira Cruzada até 1184, e os “Annales de le Terre Sainte”, de autor desconhecido, que deixou preciosos relatos sobre os reinos latinos entre 1131 e 1222. Também de autor anônimo, a “Expugnatione Terrae Sanctae per Saladinum”, que narra os acontecimentos na Terra Santa entre 1186 e 1189 (desde a morte de Balduíno V até a chegada dos primeiros contingentes da Terceira Cruzada). Sobre a Cruzada de Frederico Barbarossa, “Historia de expeditione Friderici imperatoris”, assim como a “Epistola de morte Friderici imperatoris”, ambas de autor anônimo. Sobre a Cruzada de Ricardo Coração de Leão, a “Itinerario Regis Ricardi”, atribuída a Geoffrey de Vinsauf; a “Estoire de la guerre sainte”, do poeta Ambroise; e a “Gesta Regis Ricardi”, de Roger de Hownden. Também a “Gesta Philippi Augusti”, de Rigord; e as variadas obras de Pedro de Blois. Sobre a Quarta Cruzada, “La Conquête de Constantinople”, de Geoffroi de Villehardouin. Sobre as Cruzadas de São Luís, as obras de Jean Sarracin, Jean de Joinville e Pierre de Condet.

Dentre os numerosos estudos sobre as Cruzadas, continua sendo relevante a “História das Cruzadas”,* de Jean-François Michaud, publicado em português em sete volumes, que peca por atribuir inapropriadamente pretensões coloniais aos “francos”, por vezes identificando as Cruzadas como a construção de um império ultramarino francês avant la lettre. Também a “História das Cruzadas”,* em três volumes, de Steven Runciman; a monumental e, tida por alguns como decisiva, “Histoire des Croisades et do Royaume franc de Jérusalem”, em três volumes, de René Grousset, cujo conteúdo o mesmo autor sintetizou em “L’épopée des Croisades”.

Obras mais concisas sobre o mesmo assunto são “As Cruzadas”,* de Jonathan Riley-Smith; “Os Batalhões Sagrados”,* de Rodney Stark; “Las cruzadas”, de Harold Lamb; “L’Église et Orient ao Moyen Age, les Croisades”, de Louis Bréhier; “Les Croisades” e “Les Hommes de la Croisade”, de Régine Pernoud; e “Histoire des Croisades” e “Le royaume latin de Jérusalem”, ambos de Jean Richard.

Especificamente sobre o “espírito de cruzada”, “Le Chrétienté et l’idée de Croisade”, de Paul Alphandery e Alphonse Dupont; e “L’esprit de la croisade”, de Jean Richard.

Sobre a visão árabe a respeito das Cruzadas, “Les Croisades vus par les arabes”, de Amin Maalouf.

Ademais, “Les relations entre Orient et Occident ao Moyen Âge”, de Jean Richard.

A respeito das ordens militares, em especial aos templários, “Os Cavaleiros de Cristo”,* e “Os Templários”,* ambos de Alain Demurger; “Les Templiers”, de Régine Pernoud; “Os Templários”,* de Peter Paul Read; “Le procès des templiers”, de Malcom Barber; “La tragedie des templiers”, do duque de Lévis-Mirepoix.

Sobre o ensino, a cultura e a filosofia na Cristandade, “A Inveja dos Anjos: as Escolas Catedrais e os Ideais Sociais na Europa Medieval (950–1200)”,* de C. Stephen Jaeger; os capítulos iniciais de “O Despertar da Europa”,* de Philippe Wolff; “O Renascimento do Século XII”,* de Christopher Brooke; “Renaissance do XII siècle – Les Écoles et L’enseignement”, de G. Paré, A. Brunet e P. Tremblay; “A Ascensão das Universidades”,* de Charles Homer Haskins; “Guillaume de Champeaux et les écoles de Paris ao XIIe século”, de Eugéne Michaud; “L’université de Paris sous Philippe-Auguste”, de Achille Luchaire; e duas importantes obras de Ruy Afonso da Costa Nunes: “Gênese, significado e ensino da filosofia no século XII”* e “História da Educação na Idade Média”.*

Também “A filosofia na Idade Média”* e “O espírito da filosofia medieval”,* ambos de Étienne Gilson; o tomo II de “Patrologie et Histoire de la Theologie”, de Fulbert Cayré. Recomendamos, novamente, o volume I da “História da Filosofia”,* de Dario Antiseri e de Giovanni Reale, o volume I da “Uma História da Filosofia”,* do padre Copleston; e o volume II da “História da Filosofia”,* do padre Thonnard.

Sobre Santo Anselmo, seu “Proslógio”;* “Saint Alseme”, biografia escrita por Domet de Vorges; e “La philosophie de Saint Anselm”, de M. Filliâtre.

Sobre Pedro Abelardo, “As Heresias de Pedro Abelardo”*, de São Bernardo; “Abelard: sa lutte avec Saint Bernard, as doctrine, as méthode”, de Elphège Vacandard; “Heloísa e Abelardo”, de Etienne Gilson; “Héloïse et Abélard”, de Régine Pernoud.

Sobre a prática da religião e as devoções medievais, além da “Legenda Aurea”,* de Tiago de Voragine”; o “La Vierge et les saints ao Moyen Âge” e “Les Saints ao Moyen Âge”, ambos de Régine Pernoud; “La vie religieuse em France ao Moyen Age”, de B. Merdrignac. E, ainda, “L’art religieux em France ao XIIème siècle” e “L’art religieux em France ao XIIIème siècle” (este último já traduzido para o espanhol), ambos de Emile Mâle.

Sobre o imaginário medieval, “Bestiaires do Moyen Age”, de Michael Pastoreau.

Sobre as heresias, o “Dictionnaire des hérésies, des erros et des schismes”, de J. J. Claris; “História das heresias e suas refutações”,* de Santo Afonso de Ligório; e o capítulo a respeito do catarismo de “As grandes heresias”,* de Hillaire Belloc

Sobre a Inquisição, “L’Inquisition : étude historique et critique sur le pouvoir coercitif de l’Église”, de Vacandard; “Inquisição. Tribunal de Misericórdia”,* de Cristian Iturralde; “Uma breve história da Inquisição”,* do padre Pio Benedito Ottoni; “A inquisição em seu mundo”,* de João Bernardino Gonzaga; “Inquisition médiévale”, artigo de Grégory Woimbée em “L’Église em procès”, organizado por Jean Sévillia; e “A verdadeira história da Inquisição”,* de Rino Camillieri.

Sobre São Luís e sua época, além do nosso “São Luís, o Rei da Coroa de Espinhos”;* a “Histoire de Saint Louis”, de Jean de Joinville, e os registros deixados sobre o santo rei por Geoffrey de Beaulieu, Guillaume de Chartres, Guillaume de Nangis e Guillaume de Saint-Pathus. Também, “Saint Louis”, de Jean Richard; “São Luís. Biografia”,* de Jacques Le Goff; “Saint Louis. Roi Éternel”, de Georges Bordonove; “Saint Louis”, de Lévis-Mirepoix; “Saint Louis et le crépuscule de la feodalité”, de Régine Pernoud.

Sobre a mulher na Cristandade, as obras de Régine Pernoud, sobretudo “A Mulher no Tempo das Catedrais”,* “A Mulher no Tempo das Cruzadas”,* “Aliènor d’Aquitaine” (sobre Leonor da Aquitânia), “Hildegarda de Bingen”* e “La Reine Blanche” (sobre Branca de Castela).

Sobre a cavalaria, a obra fundamental é, ainda, “Histoire de la chevalerie en France ao moyen age”, de Gustave Cohen.

Sobre a arte católica na Cristandade, sobretudo o gótico e as catedrais, as suprecitadas obras de Emile Mâle, “L’art religieux em France ao XIIème século”, “L’art religieux em France ao XIIIème século” e o também seu “Art et Artistes do Moyen Age”; também o volume 1 da “Histoire de l’Art”, coordenada por Emile Mâle; “L’art chrétien, son desenvolvimento iconographique des origines à nos jours”, “Les églises romanes”, “Le style roman”, “Les Églises gothiques”, de Louis Bréhier. Também deste autor e de G. Cohen, “L’Art do Moyen Age”. De Henri Focillon, “Arte do Ocidente: a Idade Média Românica e Gótica”.* E de Marcel Aubert, “O Gótico em seu apogeu”* e “La sculpture française ao Moyen Age”.

Sobre a Inglaterra na Cristandade: “Les Plantagenêts : origines et destin d'un empire: xie – xive”, de Jean Favier.

Sobre a Península Ibérica na Cristandade: “História de Portugal”,* de João Ameal; “La Cruzada del Sur”, de Juan Antonio Cebrian; “Historia da España en Edad Media”, de Luis Suárez Fernandez; e o tomo II da “Historia de la Iglesia em España”, de Ricardo Garcia Villoslada.

Sobre a França na Cristandade: “Histoire de France”, de Jacques Bainville; “Histoire des institutions monarchiques de la France sous les premiers capetiens”, “Louis VI” e “Philippe Auguste et Louis VIII”, de Achille Luchaire; “Pouvoir et institutions dans la France medieval”, de O. Guillot; A. Rigaudière; Y. Sassier; “Philippe-Auguste”, de Georges Bordonove; “Histoire de France. Le temps des principautés” e “La Guerre des 100 ans”, de Jean Favier; “Le siècle de Philippe Le Bel”, do duque de Lévis-Mirepoix.

Sobre as cidades medievais, “As cidades da Idade Média”, de Henri Pirenne;* e “Les communes Françaises a l’époque des Capetiens directs”, de Achille Luchaire.

A Era das Rupturas

Módulo Vem andamento

A Era das Rupturas

44 aulas

No crepúsculo da Cristandade, a Igreja atravessa o Cisma do Ocidente, o turbilhão do Renascimento, o avanço turco-otomano e a Revolução Protestante, enquanto prepara a grande Reforma Católica do século XVI.

A Era Tridentina

Módulo VI

A Era Tridentina

Em breve...

A Era Contemporânea

Módulo VII

A Era Contemporânea

Em breve...

Os módulos VI, A Era Tridentina, e VII, A Era Contemporânea, serão gravados em 2027 e 2028, respectivamente.

Bibliografia: veja as referências de cada módulo clicando acima em “+Detalhes”.

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Dom Justino OSB

Curso

História Monástica

Professor: Dom Justino OSB

Dois mil anos de mosteiros, santos e espiritualidade, por um monge que vive a Regra.

Detalhes

A história monástica está no coração da história da Igreja. Os seus personagens sustentaram a Igreja nos momentos mais difíceis da sua história – e foram inspirações vivas para os católicos de todas as eras.

O monaquismo expandiu-se por todos os continentes. Tem 2 milênios de história e mais santos do que somos capazes de enumerar.

Estudar essa história significa deparar-se com uma sabedoria antiga – e sempre nova.

Por isso decidimos dedicar um curso de 40 aulas a esse assunto na Escola de História da Igreja – para tratar essa história com o aprofundamento e a seriedade que ela merece. 

Você aprenderá com um professor que não apenas é um estudioso do assunto, mas que vive diariamente a Regra de São Bento.

Cursos complementares (Acaba dia 18/09)

Confira os cursos que os alunos que entrarem para a Escola até o dia 18/09 recebem!

A História de Roma

A História de Roma – da fundação ao tempo de Domiciano

Entenda o mundo no qual a Igreja nasceu e os desígnios da Divina Providência para Roma

Detalhes

Estamos muito mal-informados a respeito de como se processou o crescimento de Roma no seu início e grande parte do que se diz dos reinados destes sete reis não é possível de ser aferido historicamente.

Não obstante, algumas considerações históricas podem ser feitas sobre esta época tão remota na qual está a gênese de Roma e onde podem ser encontradas as origens dos caracteres essenciais desta civilização.

São estas informações que o professor Lucas Lancaster vai abordar neste curso, levando em conta que duas compreensões são necessárias: Roma era uma cidade-estado, não um Império; a necessária compreensão do espaço geográfico ocupado por Roma – as sete colinas.

7 aulas
O Sentido Católico da História

O Sentido Católico da História

A forma como vemos a história influencia como vemos nossas próprias vidas. Neste curso você aprenderá a ver a história de forma católica.

Detalhes

Para recuperarmos o verdadeiro sentido católico da história, da vida humana, precisamos remover uma pilha de entulhos que remonta ao século XIII.

Todas as ideologias modernas – como o liberalismo e o marxismo – brotam destes dois erros: a negação da verdade objetiva das coisas e a possibilidade do homem realizar-se de acordo com sua própria autodeterminação, sem nenhum tipo de “amarra”.

Neste curso, o professor Lucas Lancaster facilitará a compreensão de que a história tem um sentido e explicará a razão de a História da Igreja ser a linha condutora da história humana.

9 aulas
Geografia Histórica

Geografia Histórica

Se você não faz a menor ideia de como se situar no mundo antigo e nas províncias romanas, este curso é para você

Detalhes

Situe-se nas províncias do mundo antigo: um curso curto, com o professor Lucas Lancaster, para localizar no mapa os lugares em que a história da Igreja aconteceu.

4 aulas
Muralhas da Igreja

Muralhas da Igreja

Um percurso pelos grandes documentos papais dos séculos XIX e XX, para reconhecer os erros da modernidade e refugiar-se nas muralhas seguras do Magistério perene da Igreja.

Detalhes

Nosso mundo não é filho da cruz de Cristo, mas da guilhotina da Revolução Francesa.
Todas as instituições sociais da Modernidade (e nós próprios) fomos moldados por ideias expressamente anticatólicas, concebidas e espalhadas por inimigos declarados da Igreja, como os iluministas, comunistas e maçons.
No curso As Muralhas da Igreja você descobrirá o ensinamento esquecido dos grandes papas que lutaram contra a corrente e mostraram o caminho da Verdade em nossos tempos sombrios.

11 aulas
Patrística

Patrística: estudo de 24 obras fundamentais

Neste curso, dos Padres Apostólicos aos Capadócios, você encontrará a fé católica sendo pensada, defendida e transmitida pelos primeiros grandes mestres da Tradição.

Detalhes

Ao longo da história da Igreja Deus suscitou grandes doutores, grandes pensadores, grandes teólogos que ajudaram e que foram fundamentais para o estabelecimento e melhor esclarecimento a respeito da Fé católica. A expressão "Patrística" tem origem na palavra "pater", traduzida como "pai". E por isso os escritores da Patrística são os chamados "Padres da Igreja". A Igreja os têm como verdadeiros pais.
Neste curso, o professor Lucas Lancaster comenta 24 obras destes autores – dos padres apostólicos aos padres capadócios.

24 aulas
Cursos complementares disponíveis apenas por:
dias horas minutos segundos

Os professores

Lucas Lancaster

Lucas Lancaster

Professor titular

História Universal da Igreja

Lucas Lancaster é formado em história, mestre em direito, escritor, católico e fundador da Escola de História da Igreja. Apaixonado pela História da Igreja, já há 15 anos que se especializa no assunto. É autor dos livros “São Luís, o Rei da Coroa de Espinhos”, “Santo Atanásio e a Crise Ariana” e “Desvendando as Catedrais”.

Dom Justino

Dom Justino

Professor titular

História Monástica

Dom Justino Bueno OSB é monge no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro há 35 anos e conhecido por seu profundo conhecimento de história monástica, tema do seu mestrado em Roma.

Felipe Matheus

Felipe Matheus

Professor titular

História da Igreja no Brasil

Editor-chefe da Gazeta Parahyba, o professor Felipe Matheus Silvestre dedica-se há anos ao estudo da história eclesiástica brasileira.

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Além do contato com o professor, nós temos uma equipe pedagógica dedicada a acompanhar os alunos individualmente, auxiliando-os na organização dos estudos e assuntos afins.

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Você terá um passo a passo a seguir, para que seu estudo seja ordenado e constante, de acordo com sua disponibilidade semanal.

Material de apoio*

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Já são mais de 400 páginas escritas, que auxiliam os alunos a fixar o conteúdo e facilitam a revisão das aulas.

*Material disponível nas 100 primeiras aulas.

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  • Livro – O Clero e a Independência do Brasil
  • Curso – História Universal da Igreja (220+ aulas)
  • Curso – História Monástica (32+ aulas)
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Nem todas as aulas da Escola vão para o YouTube. Do curso de História Universal da Igreja, algumas aulas são publicadas lá, outras são exclusivas aos alunos. Dos outros cursos, quase nenhuma aula foi publicada no YouTube.
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